Ônibus em São Paulo passam a aceitar pagamento via bluetooth e MobiBrasil faz parte do projeto piloto

Os passageiros de ônibus da capital paulista agora contam com uma nova modalidade de pagamento da tarifa por meio da tecnologia bluetooth. Atualmente, o sistema está disponível em 2.200 veículos que operam 296 linhas em toda a cidade. A iniciativa, que visa modernizar o transporte público, faz parte de um projeto-piloto da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, em parceria com a empresa de tecnologia Primova, via aplicativo Cittamobi.
Como parte fundamental dessa fase de inovação, a MobiBrasil integrou o projeto piloto com operações estratégicas, incluindo as linhas 609J-10 Aeroporto – Metrô São Judas e 875A-10 Aeroporto – Perdizes. Essa implementação em parte da frota — que hoje supera 12 mil ônibus no total — permite que a prefeitura avalie o desempenho da tecnologia e a aceitação dos usuários antes de expandir o sistema para toda a cidade.
De acordo com a prefeitura, a utilização do bluetooth busca reduzir o tempo de embarque, eliminar a necessidade de manuseio de dinheiro em espécie e oferecer maior conveniência para passageiros e operadores. Vale ressaltar que os ônibus aptos a aceitar essa tecnologia estão devidamente identificados com um adesivo na parte externa da porta de embarque.
Passo a passo: Como usar o bluetooth para pagar sua passagem
Para utilizar a nova funcionalidade, o passageiro deve seguir as etapas abaixo, conforme as diretrizes do sistema implantado nos validadores:
- Baixe o aplicativo: O usuário deve realizar o download do aplicativo Cittamobi, disponível nas lojas virtuais para smartphones.
- Ative a conexão: É fundamental manter o bluetooth do celular ativado no momento do embarque.
- Realize a validação: Com o aplicativo aberto, basta aproximar o celular do validador instalado no ônibus para que a passagem seja processada.
Pelo aplicativo, é possível adquirir passagens avulsas ou pacotes de viagens (diário, semanal ou mensal) utilizando o pagamento via Pix. O pagamento com a nova tecnologia não dá direito à integração entre os ônibus e o sistema de trilhos (Metrô e CPTM).
