Mobi Notícia

Dia das Mães: MobiBrasil transforma vida de motorista ao garantir oportunidade durante a gravidez

Dirigir pelas ruas de São Paulo, a maior cidade do Brasil, é um desafio que exige coragem diária. Ainda mais se for conduzindo um ônibus do sistema de transporte público coletivo da capital paulista. E, ainda mais, se essa profissional do volante estiver grávida.
Pois bem, essa é a história de Priscila dos Santos Correia, 38 anos, motorista da MobiBrasil há três anos e que fez um vídeo lindo para o Dia das Mães 2026 no qual conta a jornada mais desafiadora de sua vida.
Ao descobrir sua segunda gravidez após um intervalo de 17 anos, o receio do desemprego e da falta de oportunidades para mulheres gestantes se tornou uma realidade imediata. “Eu parei e me perguntei: quem que vai dar uma oportunidade para uma mulher grávida?”, relembra a motorista em um relato emocionante.


A trajetória de Priscila mudou quando a MobiBrasil cruzou seu caminho. Indo na contramão do preconceito que muitas vezes atinge mulheres grávidas no mercado de trabalho, a empresa optou por enxergar além da função técnica, valorizando o lado humano e os sonhos da colaboradora. Mesmo ciente da gestação, a companhia abriu as portas e ofereceu o que a motorista define como o “volante da sua própria dignidade”.
A atitude da MobiBrasil proporcionou a segurança necessária para que a profissional pudesse aguardar a chegada de seu bebê com paz de espírito e estabilidade financeira. O suporte da empresa reforça a mensagem de que a maternidade não diminui o talento de uma mulher; pelo contrário, oferece a ela um motivo ainda maior para lutar e se dedicar à profissão.
Em uma homenagem especial de Dia das Mães, a motorista expressou sua gratidão à empresa por não ter tido medo de investir na vida e por entender a importância do acolhimento. Sua história serve como um tributo a todas as mães que, seja segurando um volante ou um filho no colo, guiam o futuro com determinação.


“Onde o medo encontrou o amparo: Minha vida na MobiBrasil”
Houve um dia em que eu olhei para o espelho e o medo era a única coisa que eu conseguia enxergar. Grávida, 17 anos depois do meu primeiro filho, eu me sentia invisível para o mundo. Quem contrataria uma motorista de ônibus que, em poucos meses, precisaria parar para ser mãe? Eu me sentia vulnerável, pequena diante da imensidão de São Paulo. Mas a MobiBrasil não me viu como um número ou um risco; ela me viu como mulher. Ela me deu a mão quando eu achei que todas as portas se fechariam.
Mas a verdade — que só nós, mulheres, sabemos — é que o desafio maior não foi a gravidez. Foi o depois.
Eu me lembro das madrugadas em que o choro do meu bebê ainda ecoava nos meus ouvidos enquanto eu assumia o volante. O cansaço pesava nos ombros mais do que o próprio ônibus. Eu pensei em desistir. Muitas vezes. Chorei escondida pedindo forças para conciliar o amor pelo meu filho com a necessidade de trabalhar. A flexibilidade parecia um sonho distante e a exaustão dizia que eu não conseguiria.

Confira o vídeo na íntegra:


Foi quando a MobiBrasil fez algo que transformou minha dor em força: ela nos deu voz. Ao criar aquele grupo de mulheres, eu percebi que não estava sozinha na minha exaustão. Encontrei mãos que me seguraram quando as minhas tremiam. Encontrei mulheres que, como eu, guiam o destino de uma cidade inteira, mas que também são o único alicerce de seus lares.
Hoje, quando ligo o motor, eu não levo apenas passageiros. Eu levo a minha vitória. Eu levo a prova de que uma mulher apoiada é capaz de mover o mundo.
Sinto um orgulho que não cabe no peito por ser parte dessa história pioneira. Sei que ainda temos estradas longas para melhorar nossa qualidade de vida, mas hoje eu tenho voz.
Obrigada, MobiBrasil, por acreditar em mim quando nem eu mesma conseguia.
Sou motorista, sou chefe de família, sou mãe e, acima de tudo, sou uma mulher que hoje caminha — e dirige — com a cabeça erguida.

Compartilhe este post